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Configurando a rede TCP/IP no Windows XP

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A configuração de rede no Windows é um assunto bastante conhecido, pois a configuração é bastante similar entre as diferentes versões do Windows e a configuração gráfica torna tudo mais simples. Entretanto, é justamente a aparente simplicidade que faz com que muitos recursos passem despercebidos...

Vamos então a uma revisão de como configurar a rede nos clientes Windows, incluindo as peculiaridades do Vista e alguns tópicos avançados e o uso da linha de comando.
Começando do básico, no Windows XP, a configuração de rede é dividida em duas partes. A principal vai dentro do "Painel de Controle > Conexões de rede" ("Conexões dial-up e de rede" no Windows 2000), onde são listadas todas as interfaces de rede disponíveis:


Dentro das propriedades de cada interface, vai uma lista dos protocolos e dos serviços disponíveis. O absoluto mínimo é o suporte a TCP/IP, que é instalado por padrão. Em seguida temos o "Cliente para redes Microsoft", que permite que você acesse compartilhamentos de rede em outras máquinas e o "Compartilhamento de arquivos e impressoras para redes Microsoft", que é o componente servidor, que permite que você compartilhe arquivos e impressoras com outras máquinas da rede.

O compartilhamento de arquivos e impressoras no Windows é baseado no protocolo SMB/CIFS, que é suportado no Linux através do Samba. Graças a ele, máquinas Linux podem participar da rede, tanto atuando como servidores, quanto como clientes.

Até o Windows 98, a configuração da rede era baseada em um conceito mais confuso, onde os protocolos eram relacionados às interfaces e tudo era mostrado em uma única lista. Você podia então ter listadas três versões do TCP/IP, sendo uma para cada uma das placas de rede instaladas e outra para o modem, por exemplo. Aqui temos dois screenshots, com a configuração de rede no Windows 95/98 (à direita) em comparação com a interface atual, que foi adotada apenas a partir do Windows 2000:




Você pode adicionar componentes de rede adicionais através do botão "Instalar", como em casos em que você precisar conectar a máquina Windows a uma rede Netware antiga, baseada no protocolo IPX/SPX, ou em que você precise adicionar o suporte ao protocolo IPV6 em uma máquina Windows XP:


Voltando às propriedades da conexão, a configuração da rede vai dentro das propriedades do protocolo TCP/IP, onde você pode escolher entre ativar o cliente DHCP ou configurar manualmente os endereços. O segundo servidor DNS é desejável pela questão da redundância, mas não é obrigatório dentro da configuração. Além de usar os endereços de DNS do provedor, você pode usar um servidor de DNS instalado em uma máquina da rede local ou ainda um servidor de DNS público, como os do opendns.com:


Clicando no botão "Avançado" você tem acesso a algumas opções adicionais. À primeira vista, a aba "Configurações IP" parece inútil, já que ela simplesmente mostra o endereço IP e o endereço do gateway padrão definidos na tela principal, mas na verdade ela tem uma função importante, que é permitir que você configure endereços IP e gateway adicionais, como no meu exemplo, onde incluí o endereço IP "10.0.0.2":



Isso faz com que o sistema crie um alias (um apelido) para a placa de rede e passe a escutar nos dois endereços. Se você configurar outro micro da rede para usar outro endereço dentro da mesma faixa, você conseguiria acessar o micro através do endereço "10.0.0.2" adicionado, da mesma forma que através do endereço principal.

Existem diversos possíveis usos para este recurso. Um exemplo comum é em casos em que você precisa acessar a interface de administração de um ponto de acesso ou um modem ADSL que utiliza por padrão um endereço fora da faixa utilizada na sua rede, como por exemplo o "10.0.0.138". Uma forma simples de resolver o problema é adicionar um segundo endereço IP na mesma faixa de rede usada pelo modem, de forma que você possa fazer o acesso inicial à interface de configuração e alterar o endereço do dispositivo.

Continuando, temos a aba "WINS", que está relacionada à navegação na rede local. O WINS (Windows Internetworking Name Server) é um serviço auxiliar dentro das redes Microsoft, responsável pela navegação no ambiente de rede. A função de servidor WINS pode ser desempenhada tanto por um servidor Microsoft quanto por um servidor Linux rodando o Samba.

O uso do servidor WINS não é obrigatório, pois na ausência dele os clientes da rede simplesmente passam a utilizar pacotes de broadcast para localizarem os compartilhamentos, mas o uso de um servidor WINS torna a navegação no ambiente de redes mais estável. Usar um servidor WINS é também uma solução em casos em que você precisa combinar dois segmentos de rede ligados através de um roteador, já que o roteador descarta os pacotes de broadcast, fazendo com que os clientes de um segmento da rede não consigam enxergar os do outro, até que seja adicionado um servidor WINS central. Isso acontece por que as consultas ao servidor WINS são feitas diretamente ao endereço IP do servidor (e não através de pacotes de broadcast), o que permite que os pacotes passem pelo roteador.

Logo abaixo temos o campo "Configuração NetBIOS", que permite ativar ou desativar o suporte ao NetBIOS, que é o protocolo responsável pela navegação no ambiente de redes.

A partir do Windows 2000 passou a ser usado o CIFS, uma versão atualizada do antigo protocolo SMB, usado nas versões anteriores do Windows, que funciona de forma independente do NetBIOS. Entretanto, o suporte ao NetBIOS ainda é necessário para diversas funções, entre elas a navegação no ambiente de redes (sem ele você consegue apenas mapear os compartilhamentos diretamente) e para que os clientes Windows sejam capazes de fazer login em um servidor Samba configurado como PDC. O NetBIOS também é necessário caso você tenha máquinas com versões antigas do Windows na rede, já que as versões anteriores ao Windows 2000 ainda não oferecem suporte ao CIFS.

Na última aba, "Opções", você tem acesso ao recurso de filtragem de TCP/IP. À primeira vista, pode parecer tratar-se de um firewall simples, onde você pode especificar manualmente quais portas devem ficar abertas e fechar as demais, mas não é bem assim que ele funciona.

Você pode fazer um teste permitindo apenas a porta 80 TCP (http) e 53 UDP (DNS). Normalmente isso seja suficiente para que você conseguisse navegar, mas nesse caso você vai perceber que o acesso é bloqueado completamente. Isso acontece por que a porta 80 é usada apenas para iniciar a conexão, a resposta do servidor remoto chega em uma porta alta aleatória, que nesse caso é bloqueada pelo sistema, impedindo que você navegue.


Diferente de um firewall, que permite bloquear conexões de entrada, mas permite o retorno de pacotes de resposta, este recurso simplesmente bloqueia todas as conexões fora das portas especificadas, o que faz com que ele seja útil apenas em situações bem específicas.

Um recuso polêmico introduzido no Windows XP é o uso do "Agendador de pacotes QoS", destinado a otimizar a conexão. Ele aparece junto com os outros protocolos instalados nas propriedades da conexão e pode ser desativado caso desejado:


A função do QoS é otimizar o tráfego da rede, priorizando o tráfego de aplicações que precisam de um tráfego constante, como aplicativos de VoIP, streaming de audio e vídeo e jogos multiplayer. O uso do QoS oferece ganhos práticos em diversas áreas (reduz a necessidade de manter a conexão livre enquanto está falando no Skype, por exemplo), mas causa uma certa redução na banda total disponível, já que o sistema precisa manter uma determinada parcela da banda reservada.

Não existe configuração para o QoS disponível nas propriedades da conexão, mas ele pode ser configurado através do "gpedit.msc", que você chama usando o prompt do DOS ou o "Iniciar > Executar". Dentro do gpedit, a configuração do QoS vai no "Configuração do computador > Modelos administrativos > Rede > Agendador de pacotes QoS":


O default é reservar até 20% da banda. Este não é um valor fixo, mas apenas um limite; a percentagem realmente realmente reservada varia de acordo com o uso. De qualquer forma, esta opção permite reduzir o valor, de forma a reduzir a perda, sem com isso precisar desativar o QoS completamente.

A pouco comentei que a configuração de rede é feita em duas partes. A segunda parte seria a configuração do nome da máquina e do grupo de trabalho ou domínio, que é feita através do Painel de Controle > Sistema > Nome do computador > Alterar:


O conceito de "Grupo de trabalho" existe desde o Windows 3.11, permitindo que um grupo de máquinas compartilhem arquivos e impressoras, sem necessidade de um servidor central. Configurando todos os micros da sua rede com o mesmo grupo de trabalho, todos aparecem no ambiente de redes e você não tem dificuldades em acessar os compartilhamentos.

Em seguida temos o conceito de "Domínio", que se baseia no uso de um servidor central (chamado de Primary Domain Controller, ou PDC), que centraliza a autenticação dos usuários. A principal vantagem de utilizar um PDC é que você não precisa mais se preocupar em manter os logins e senhas das estações sincronizados em relação aos dos servidores. As senhas passam a ser armazenadas em um servidor central, de forma que qualquer alteração é automaticamente aplicada a toda a rede. O PDC permite inclusive o uso de perfis móveis, onde as configurações do usuário ficam armazenadas no servidor, permitindo que ele se logue em qualquer máquina.

Você pode configurar um PDC utilizando o Samba de forma relativamente simples, de forma que é perfeitamente possível usar um PDC mesmo em uma rede doméstica. A configuração de um servidor PDC sai do escopo deste tutorial, mas você pode ler mais sobre o assunto nos meus tutoriais sobre o Samba.

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Transformar imagem real em desenho.

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Nesse tutorial vc vai aprender um tecnica simples pra transformar qualquer imagem pra um efeito de desenho além de combinar com a original. É um único vídeo de menos de 10min e o efeito é bem simples.
espero q gostem. Abraços
O vídeo está no formato Quicktime. Caso não consiga assistir ao vídeo recomendo q baixe o pacote adequado de codecs clicando AQUI.

Tamanho: 11,7 MB
Hospedado: EasyShare
Download: Link


Fonte: WebTutoriais

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Download - Apostila Photoshop CS4

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Apostila de Photoshop cs4 em português ideal para quem quer se aperfeiçoar ou conhecer as novas funções do Photoshop CS4, esse manual contem 759 páginas que aborda o princípio do programa até as especificações mais avançadas.

O que há de novo?

Os principais novos recursos do Photoshop CS4

Painel Ajustes
Acesse rapidamente os controles que você precisa para ajustar a cor e o tom da imagem de forma não destrutiva do painel Ajustes. Inclui controles e predefinições da imagem em um local.


Painel Máscaras
Crie máscaras precisas rapidamente no painel Máscaras. O painel Máscaras ofereceferramentas e opções para criação de máscaras editáveis baseadas em pixels e vetor, ajuste de difusão e densidade da máscara, bem como seleção de objetos não contíguos.

Composição avançada
Crie composições mais precisas usando o comando aprimorado Alinhar camadas automaticamente e use o
alinhamento esférico para criar panoramas em 360 graus. O comando Mesclar camadas automaticamente aprimorado mescla a cor e o sombreamento de forma suave e aumenta a profundidade do campo, corrigindo vinhetas e distorções de lente.

Panorama e zoom mais suaves
Navegue com facilidade por qualquer área de uma imagem com panorama e zoom mais suaves. Mantenha a nitidez à medida que você aplica zoom a pixels individuais e edite com facilidade a maior ampliação com a nova Grade de pixel.

Fluxo de trabalho aprimorado do Lightroom
A integração aprimorada entre o Photoshop CS4 e o Photoshop® Lightroom® 2 permote abrir fotos do Lightroom no Photoshop e no Lightroom facilmente. Mescle fotos automaticamente do Lightroom em panoramas, abra-as como imagens HDR ou como um arquivo multicamadas do Photoshop.

Aceleração 3D
Ative o OpenGL Drawing para acelerar operações 3D.

Ferramentas 3D abrangentes
Pinte diretamente em modelos 3D, encaixe imagens 2D em formas 3D, converta formas gradientes em três objetos, aumente a profundidade de camadas e textos e aproveite a possibilidade de exportar para formatos 3D comuns.

Desempenho superior em imagens muito grandes (apenas no Windows)
Trabalhe mais rapidamente com imagens muito grandes beneficiando-se de RAM adicional. (Exige um computador de 64 bits com uma versão de 64 bits do MicrosoftWindows Vista®).

Formato: rar/pdf
Tamanho: 14,8 MB
Servidor: EasyShare
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A internet caiu?! O que fazer?

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Sua conexão cai nem sempre bater boca com o pessoal do telemarketing é a primeira coisa a ser feita.

Que a internet revolucionou o mundo e várias gerações isso é indiscutível. Especialistas já afirmam que vivemos uma nova era, a Era da Informação devido ao grau de conectividade que alcançamos. Hoje, indiscutivelmente, somos, a cada dia, mais dependentes da internet, mas e quando a conexão cai? O que deve ser feito para descobrir a causa do problema? Será que usar o telefone e bater boca com o telemarketing da sua operadora é a primeira coisa a ser feita? Em alguns casos, o problema pode ser resolvido em poucos segundos ou com alguns procedimentos simples, mas que fazem a diferença.

Hoje você vai conhecer algumas dicas que qualquer usuário pode usar para se conectar com a indispensável, insubstituível ou idolatrada internet.

Não entre em pânico!

Não é porque sua internet caiu que o mundo acabou. Se você tentou acessar algum site e teve a desagradável surpresa de ler em seu navegador “A página não pode ser exibida” ou “Endereço não encontrado”, em primeiro lugar, siga os procedimentos que seu próprio navegador está oferecendo:

Caso você use o Mozilla Firefox:




Às vezes um site não é exibido por erros simples, como, por exemplo, digitar o endereço incompleto ou de forma errada. Em alguns casos, o site também não é exibido porque foi retirado do ar ou seu servidor está indisponível naquele momento.

Não é o site!

Se você se certificou que realmente é sua internet que caiu, vamos adiante, afinal ter que ligar para a operadora é o que não queremos. Em algumas situações, seu navegador pode não estar com problemas, desta forma confira se seu comunicador instantâneo ou, quem sabe, o programa P2P ou torrent está funcionando.

Há casos em que seu compartilhador de arquivos pode estar funcionando a uma taxa de upload muito elevada e isso, consequentemente, pode derrubar sua conexão momentaneamente.

Será que não é o DNS?

Nada está funcionando e o caos começa a se formar? Calma! Respire fundo. Ok! Você está sem internet, desta forma pode ser que você esteja com problemas de DNS, sendo assim, clique aqui e aprenda a alterar os endereços DNS que podem ser o motivo da sua falta de conexão.

Não é o DNS!E agora?

REDES SEM FIO

Você tentou de tudo e nada? Bem, que tal uma medida simples? Quem usa internet sem fio, pode perder a conexão com sua rede local com frequência. Desta forma, clique com o botão direito do mouse sobre o ícone de conexão sem fio (um computador com ondas verdes) e verifique se você está conectado à sua rede sem fio clicando em “Exibir reses sem fio disponíveis” e verifique se sua rede está disponível.


Se sua rede sem fio estiver disponível, tente reparar a conexão para tudo voltar ao normal. Caso você não use internet sem fio, pode tentar reparar a conexão clicando no ícone representado por dois computadores na barra ao lado do relógio.

Roteador e modem

De nada adiantou reparar a conexão, verificar as redes sem fio disponíveis, nem mudar o DNS sem apelar para reza braba? Sendo assim, vá até seu roteador e verifique suas luzes. Todo o roteador ou modem possui luzes que indicam sua situação de conectividade, entretanto cada marca ou modelo tem determinações específicas para cada luz.


Geralmente, há os seguintes LEDs no seu modem ou roteador:

LAN ou ETHERNET: mostram o estado de sua conexão local (conexão entre modem/computador)
POWER: mostra se seu modem está recebendo energia, ou seja, se está ligado na tomada.
ADSL ou DSL: é relacionado à sua linha telefônica.
DATA ou ACTIVITY: demonstra sua ligação com a internet, se há envio e recebimento de informações

É claro que os nomes atribuídos para cada luz podem – e com certeza variam – de acordo com o modelo, marca, tipo ou característica de cada modem. Desta forma, se você detectar que não há nada de errado com as luzes, talvez tenha chegado a hora de resetar seu modem.

Resetar o modem

Resetar o modem é algo fácil de fazer, mas deve-se ter cuidado. Isso porque, ao resetá-lo seguidamente, corre-se o risco de zerá-lo, ou seja, perder todas as configurações. Entretanto, resetar o modem ou apenas desligá-lo da tomada já podem fazer com que sua conexão se restabeleça.

Se por algum motivo seu modem perder suas configurações, confira o artigo “Dicas para resolver problemas de conexão e turbinar sua internet” onde é possível encontrar dicas para reconfigurar seu modem ou roteador.

Haja paciência
Se até agora nenhuma destas dicas surtiu efeito, é hora de pegar o telefone e buscar uma resposta da sua operadora. Ao ligar para ela, tente explicar o que está acontecendo, ou seja, está tudo aparentemente normal, mas você não consegue se conectar.

É possível que o problema da sua falta de conexão seja responsabilidade deles, pois há casos em que o sinal emitido pela operadora esteja muito baixo, o que pode causar a falta de conectividade. É possível pedir para que a operadora aumente o nível de sinal, para que desta forma seu modem reconheça e capte os dados enviados pelos servidores.

Receita de bolo

Vale lembrar que os passos tratados neste artigo são apenas dicas para você mesmo ter condições de detectar problemas em sua rede. Eles podem ser seguidos na ordem apresentada ou não, afinal solucionar problemas não é uma receita bolo que precisa seguir à risca todos os procedimentos.

Também é importante salientar que há diversas outras maneiras de tentar restabelecer sua conexão, contudo estas dicas podem abranger desde os usuários iniciantes até os mais avançados, já que cita medidas simples que podem ser realizadas por qualquer pessoa.

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HJ Datilografia - Curso de digitação - Informatica

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Curso completo totalmente interativo de Digitação/Datilografia, você aprende e desenvolve uma digitação rápida e correta em seu próprio computador de forma prática e divertida com o recurso de jogos! Se impressione com os resultados! Curso produzido a partir das necessidades daqueles que desejam aperfeiçoar e aumentar a velocidade de digitação. - Possui Estatísticas de desempenho dos alunos guardadas por usuário

- Ajuste para controle de duração da aula (curta/ média/longa)
- Geração de históricos individuais por aluno
- Configuração de teclado (padrão internacional/ brasileiro)
- Controle dos efeitos sonoros (exibição de sons e musica)
- Relatório sobre velocidade, precisão e teclas problemáticas
- Índice de toques por minuto

Tamanho: 3 Mb

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Configurando rapidamente uma rede entre dois micros

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Configurar redes já foi complicado. Hoje em dia, o grande desafio não é configurar uma rede, mas fazer isso rápido, a fim de transferir alguns arquivos, jogar uma partida de Warcraft 3, compartilhar temporariamente a conexão do seu amigo com o seu notebook e assim por diante.


As duas formas mais rápidas e baratas de criar uma rede entre dois micros são:

a) Usar um cabo cross-over

b) Configurar uma rede wireless ad-hoc (no caso de dois notebooks  com placas wireless)


Os cabos de rede "normais", são chamados de cabos retos, ou "straight". Eles são chamados de retos simplesmente por que usam o mesmo padrão nos dois lados do cabo. Ou seja, o fio crimpado no primeiro pino do lado A, vai ser crimpado também no primeiro pino do lado B, e assim por diante. Os dois lados do cabo são iguais.


Os cabos cruzados, ou cross-over possuem a posição de dois dos pares trocadas numa das pontas. Essa combinação permite que dois micros conversem diretamente, sem precisar de um hub. Você simplesmente liga o cabo e tem uma rede instantânea entre os dois.



Você pode comprar cabos em qualquer loja de informática que se preze, mas se você é da época em que homem eram homens e crimpavam seus próprios cabos, a pinagem de um cabo cross é a seguinte:


Lado A:


1- Branco com Laranja
2- Laranja
3- Branco com Verde
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Verde
7- Branco com Marrom
8- Marrom

Lado B:


1- Branco com Verde
2- Verde
3- Branco com Laranja
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Laranja
7- Branco com Marrom
8- Marrom

Os cabos são encaixados nesta ordem, com a trava do conector virada para baixo, como no diagrama:


Com os dois micros ligados, falta apenas configurar o IP em ambos para que eles comecem a conversar.


No Windows XP, você configura a rede no Painel de Controle > Conexões de Rede. Clique com o botão direito sobre o "Conexão local" e acesse as propriedades do Protocolo TCP/IP.


Configure os dois micros usando endereços IP diferentes, como "192.168.0.1" e "192.168.0.2", por exemplo e use a máscara "255.255.255.0" em ambos. O Gateway e o DNS são necessários apenas para acessar a Internet, não para fazer uma rede simples entre dois micros.


Para compartilhar arquivos entre as duas máquinas, não se esqueça de manter o "Cliente para redes Microsoft" e o "Compartilhamento de arquivos e impressoras para redes Microsoft" ativados na configuração da rede. Você precisa também colocar as duas máquinas no mesmo grupo de trabalho, que você define no Meu Computador > Propriedades > Nome do Computador.


No Linux é mais simples, pois você pode configurar o IP e ativar a rede, independentemente da distribuição usada, com um único comando, como em:


# ifconfig eth0 192.168.0.1 up(como root)
A menos que você tenha mais de uma placa de rede, sua placa cabeada será sempre a eth0. O "192.168.0.1" é o IP que está sendo atribuído e o "up" conclui o comando, dizendo que a placa deve ser ativada imediatamente.


Agora você só precisa ativar o segundo micro, configurando-o com um IP diferente, como em:


# ifconfig eth0 192.168.0.2 up
Lembre-se que tanto no Linux, quanto no Windows, você pode usar o comando "ping" para testar a conectividade entre os dois micros (ele não funciona se você estiver usando firewall). Abra o terminal (ou o prompt do DOS, no caso do Windows) e consulte o outro micro, como em:


ping 192.168.0.1
Uma forma rápida e fácil de transferir arquivos entre duas máquinas Linux é ativar o servidor SSH na máquina que fará papel de servidor e usar o "fish://" do Konqueror na máquina que ficará como cliente. Abra uma janela do Konqueror na segunda máquina e, na barra de endereços, digite:


fish://usuario@192.168.0.1


Aqui, o "usuário" e um login da outra máquina e o "192.168.0.1" é o IP. Ele vai pedir a senha da conta. A partir daí o gerenciador passa a mostrar os arquivos da outra máquina e você pode transferir simplesmente arrastando.


O SSH permite várias outras coisas além de transferir arquivos. Você pode ler mais sobre ele no meu Guia de acesso remoto: http://www.guiadohardware.net/guias/10/


Você pode também usar o Samba para compartilhar arquivos do Linux para as máquinas Windows, mas isso já é assunto para outra dica :).

A segunda opção é configurar uma rede ad-hoc entre os dois. A velocidade de transmissão em uma rede ad-hoc é a mesma que em uma rede wireless em modo infra-estrutura (com um ponto de acesso), ou seja, 11 megabits ao usar placas 802.11b ou 54 megabits ao utilizar placas 802.11g, mas o alcance do sinal é bem menor, já que os transmissores e as antenas das interfaces não possuem a mesma potência do ponto de acesso. A velocidade também tende a cair muito mais rapidamente conforme aumenta a distância, embora isso não seja problema caso os dois estejam dentro do mesmo ambiente.

Para criar uma rede ad-hoc no Windows XP, acesse o "Painel de Controle > Conexões de rede". Dentro das propriedades da conexão de redes sem fio, acesse a aba "Redes sem fio" e clique no "adicionar". Na tela seguinte, defina o SSID da rede ad-hoc, marque a opção "Esta é uma rede de computador (ad hoc); não são usados pontos de acesso sem fio":


Assim como ao configurar um ponto de acesso, você pode ativar o uso de encriptação. O modo mais compatível é escolher a opção "Aberta(o)" na opção "Autenticação de rede" e usar a opção "WEP" na opção "Criptografia de dados", definindo uma chave de acesso (desmarque a opção "Chave fornecida automaticamente").
Embora tanto as chaves WEP de 64, quanto as de 128 bits sejam vulneráveis, é sempre recomendável usar chaves de 128 bits, que são um pouco mais difíceis de quebrar. A chave pode conter 13 caracteres ASCII (letras, números e caracteres especiais) ou 26 caracteres em hexa (números e as letras de A a F). Se preferir definir uma chave de 64 bits, use 5 (ASCII) ou 10 (hexa) caracteres. O WEP é fácil de quebrar, mas os risco é minimizado devido ao alcance reduzido da rede ad-hoc. Se a segurança não for uma prioridade, esta é a configuração recomendável.

Depois de criar a conexão ad-hoc no primeiro PC, ela passa a aparecer para o segundo na lista de redes disponíveis (o ícone ao lado do relógio), permitindo que ele se conecte ao primeiro, após fornecerem a chave de encriptação.

Continuando, a maior parte dos utilitários de configuração de rede wireless no Linux suportam também o uso de redes ad-hoc. Ao usar o Ubuntu, Kubuntu ou outra distribuição que utilize o network-manager, por exemplo, a rede ad-hoc aparece na lista de redes disponível e você pode se conectar diretamente depois de fornecer a passphrase. É possível também criar uma nova rede ad-hoc usando a opção "Criar nova rede sem fio" na janela de seleção de rede, indicando o SSID, o sistema de encriptação e a passphrase desejados:

É possível também configurar a rede em modo ad-hoc via linha de comando. Comece logando-se como root e rode o comando "cat /proc/net/wireless" para verificar como o sistema detectou sua placa wireless (dependendo do chipset usado, ela pode ser vista como eth1, wlan0, ath0 ou ra0)

Comece ativando a placa usando o comando "ifconfig $placa up", seguido do comando do iwconfig que coloca a placa em modo ad-hoc, como em:

# ifconfig eth1 up
# iwconfig eth1 mode Ad-Hoc

O próximo passo é definir o SSID da rede, dessa vez usando o parâmetro "essid" do iwconfig, como em:


# iwconfig eth1 essid gdh

Falta agora definir a chave de encriptação. Ao usar uma chave WEP contendo caracteres ASCII, use o parâmetro "key restricted s:", seguido pela chave, como em:



# iwconfig eth1 key restricted s:minhachave123

Se for usada uma chave contendo caracteres em hexa, remova o "s:", especificando a chave diretamente, como em:

# iwconfig eth1 key restricted 1234567890


Com isso a rede ad-hoc está configurada. Falta apenas ajustar os endereços. Para definir o endereço e a máscara manualmente, use:

# ifconfig eth1 10.0.0.1 netmask 255.0.0.0 up

Estes mesmos comandos podem ser usados para criar uma nova rede ad-hoc, quanto para conectar a máquinas Linux a uma rede já existente (caso o outro micro rode Windows e você tenha criado a rede nele, por exemplo). Como a rede ad-hoc usa um sistema ponto a ponto, você precisa apenas fazer a mesma configuração em todos os micros. Eles são comandos genéricos, funcionam em todas as placas, sem depender de nenhum utilitário adicional.

Continuando, caso o micro Linux tenha duas interfaces de rede, você pode compartilhar a conexão com o outro micro, conectado à rede ad-hoc usando os três comandos abaixo. Note que o "eth0" é a interface da rede cabeada (ou a interface onde está a conexão) e não a placa wireless:

# modprobe iptable_nat
# echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
# iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE

O terceiro comando diz que quando um dos PCs da rede ad-hoc tentar acessar a web, os pacotes devem ser encaminhados para a placa eth0, que no exemplo é a interface da rede local. Como no exemplo não instalamos um servidor DHCP, é necessário configurar manualmente os endereços dos PCs da rede ad-hoc, configurando-os para usar o micro Linux como gateway e os endereços DNS do provedor.

No caso do Windows, você pode compartilhar a conexão clicando sobre a placa cabeada (onde está a conexão) dentro do Painel de controle > Conexões de rede e marcando a opção Avançado > Permitir que outros usuários da rede se conectem pela conexão deste computador à Internet. Veja mais detalhes no tutorial sobre configuração da rede no Windows.

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Manutenção de Notebook - Completo

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Este livro lhe mostrará como fazer manutenção em Notebook, pois poucos fazem este tipo de serviço mais pela falta de acesso aos Notebooks. Tem várias fotos que explicam bem como fazer a manutenção do mesmo.

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Curso Prático de Redes

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Curso em CD

Curso prático de REDES
em sistemas Microsoft

Autor: Laércio Vasconcelos


Tamanho: 700MBs
Formato: Rar
Facilidade de Uso: 10
Interface Gráfica: 10
Número de Mídias: 1CD
Idioma: Português


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